Basem Taljedine, analista de política internacional (Foto: Aporrea TVI) |
Por Prensa Web YVKE – reproduzido do portal
venezuelano Aporrea.org, de
03/06/2014
O analista internacional Basem Tajeldine assegurou que o governo
dos Estados Unidos aumentará a escalada de agressões contra a Venezuela, apesar
da secretária de Estado norte-americana para o Hemisfério Ocidental, Roberta
Jacobson, ter afirmado que a adoção de sanções contra nosso país poderia ser
contraproducente.
“Os Estados Unidos procuram 'sancionar' (funcionários venezuelanos), eles dizem assim; no entanto, isso é chantagear diretamente o governo de Nicolás Maduro, embora até agora não tenham proposto uma arremetida contra a economia venezuelana”, avaliou Tajeldine.
Durante sua participação no programa “Temprano Con” (“Cedo com”), transmitido por YVKE Mundial, o investigador de assuntos geopolíticos internacionais, não descartou que o governo de Barack Obama proponha mais adiante sanções econômicas contra a Venezuela, tal como o fez contra Cuba, Irã, Síria e Rússia, dentre outros países.
Basem Tajeldine enfatizou que a burguesia nacional pretendeu, durante as reuniões da mesa de diálogo, “criar um Pacto de Punto Fijo (pacto político que vigorou no país na segunda metade do século 20) com o Governo Bolivariano, no qual se deixaria para trás todos os avanços (políticos, econômicos, sociais e culturais) que desenvolvemos nos últimos anos”.
A respeito das declarações feitas na segunda-feira pelo secretário geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, que disse que a saída do conflito na Venezuela requer “concessões e dialogar sem preconceitos”, Tajeldine analisou que tal manifestação “dá a entender a coordenação dirigida pelos EUA quanto aos pronunciamentos contra o governo venezuelano”.
Basem Tajeldine lembrou que organismos como a Comunidade dos Estados Latino-americanos e do Caribe (Celac) e a União das Nações Sul-americanas (Unasul) neutralizam as aspirações políticas e de domínio dos Estados Unidos na América Latina e Caribe.
“Os Estados Unidos procuram 'sancionar' (funcionários venezuelanos), eles dizem assim; no entanto, isso é chantagear diretamente o governo de Nicolás Maduro, embora até agora não tenham proposto uma arremetida contra a economia venezuelana”, avaliou Tajeldine.
Durante sua participação no programa “Temprano Con” (“Cedo com”), transmitido por YVKE Mundial, o investigador de assuntos geopolíticos internacionais, não descartou que o governo de Barack Obama proponha mais adiante sanções econômicas contra a Venezuela, tal como o fez contra Cuba, Irã, Síria e Rússia, dentre outros países.
Basem Tajeldine enfatizou que a burguesia nacional pretendeu, durante as reuniões da mesa de diálogo, “criar um Pacto de Punto Fijo (pacto político que vigorou no país na segunda metade do século 20) com o Governo Bolivariano, no qual se deixaria para trás todos os avanços (políticos, econômicos, sociais e culturais) que desenvolvemos nos últimos anos”.
A respeito das declarações feitas na segunda-feira pelo secretário geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, que disse que a saída do conflito na Venezuela requer “concessões e dialogar sem preconceitos”, Tajeldine analisou que tal manifestação “dá a entender a coordenação dirigida pelos EUA quanto aos pronunciamentos contra o governo venezuelano”.
Basem Tajeldine lembrou que organismos como a Comunidade dos Estados Latino-americanos e do Caribe (Celac) e a União das Nações Sul-americanas (Unasul) neutralizam as aspirações políticas e de domínio dos Estados Unidos na América Latina e Caribe.
Tradução:
Jadson Oliveira
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