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sábado, 19 de outubro de 2019

SEABRA VIVEU UM DIA COM O PROFESSOR GABRIELLI


José Sérgio Gabrielli (Fotos: Smitson Oliveira)
Uma “aula” e debates sobre a conjuntura marcada pelo governo antipopular e antinacional de Bolsonaro, pela redução dos investimentos produtivos e aumento do desemprego e da desigualdade.

Por Jadson Oliveira – jornalista/blogueiro – editor deste Blog Evidentemente

De Seabra/Chapada/Bahia – Foram duas palestras em que estudantes, professores, trabalhadores rurais – e seabrenses em geral – tiveram a oportunidade de refletir sobre a dramática conjuntura enfrentada hoje pelos brasileiros.

Conjuntura que o palestrante – José Sérgio Gabrielli, professor de Economia e ex-presidente da Petrobras – apresentou como marcada pela vigência dum governo antipopular e antinacional, pela redução dos investimentos produtivos e aumento cada vez maior do desemprego e da desigualdade social.

Em torno desses temas e correlatos, incluindo, claro, os desmandos do governo Bolsonaro, giraram ricos debates políticos e econômicos que se seguiram às exposições. E entre as duas palestras – uma pela manhã e outra à noite -, ele deu entrevistas às emissoras de rádio da cidade.

A “maratona” do professor Gabrielli em Seabra (chamada a capital da Chapada) foi na última quinta-feira, dia 17, começando logo cedo – a partir das 9 horas - com palestra/debate na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais. Participaram cerca de 160 agricultores (e agricultoras) familiares e também estudantes.
Leonardo Teixeira, da UNEB, conduziu os trabalhos com a ajuda de Antônia Araújo, da APLB-Sindiato
Goiano (José Donizette) foi o idealizador do evento
O auditório da UNEB superlotado
Muitos jovens na plateia
Uma foto posada com a mística da luta por Lula Livre
Hugo Luna e Djalma Novais (Piau), a prata de casa na música popular, fizeram breve show na abertura 
Na mesa do encontro no Sindicato dos Trabalhadores Rurais: Osvaldo Ferreira (presidente do Conselho Municipal de Desenvolvimento Sustentável - CMDS), Valter Ângelo (Tim), presidente do sindicato, Gabrielli e Goiano (estas duas últimas fotos foram reproduzidas da página do Facebook do sindicato)
O salão do sindicato ficou completamente lotado (de pé, camisa verde, o secretário de Finanças da entidade, João Batista)
Nas rádios Seabra FM 104.9 e Nova WEB Rádio – programas ‘Show da manhã’, apresentado por Marlon Mariano, e ‘Resumo da manhã’, de Nerisvaldo Sobrinho -, ele respondeu sobre os mais diversos assuntos da atualidade:

Como a poluição de petróleo nos mares do Nordeste (e da Bahia), as queimadas da Amazônia, a corrupção, avaliação dos supostos erros do PT, cortes de recursos e investimentos públicos do governo Bolsonaro e etc.

À noite foi a vez do evento central de Gabrielli com os seabrenses. O auditório da UNEB (campus XXIII, no Alto da Boa Vista) ficou superlotado, juntando uma plateia em torno de 300 pessoas e coroando o sucesso da programação.

Além de falar dos temas mencionados acima, o palestrante, no final da sua exposição, frisou que “vamos reagir”. Ressaltou que começam a assomar perspectivas de “tomada de consciência” da maioria do povo brasileiro, não do ponto de vista individual, mas sim coletivo, em busca dum novo modelo de desenvolvimento mais solidário e inclusivo.

A vinda de Gabrielli a Seabra foi uma iniciativa de Goiano (José Donizette), militante político conhecido na região também por sua atuação no campo cultural, através do Projeto Velame Vivo (PVV).



Tal iniciativa contou com o apoio e participação da UNEB, IFBA, CES, Projeto Universidade para Todos, Colegiado do Território da Chapada Diamantina, APLB-Sindicato, Levante Popular da Juventude, Sindicato dos Trabalhadores Rurais e dos dirigentes municipais dos partidos PT, PCdoB e PSOL.



PS: Este blog postará outras matérias tentando transmitir o rico conteúdo das palestras e debates, bem como mais fotos dos eventos.



Deixo aqui dois links:



Da página do Facebook de Smitson Oliveira, com dezenas de fotos e vídeos:




E de artigo falando do aumento da desigualdade nos últimos cinco anos, tema sublinhado por Gabrielli na sua análise:

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