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domingo, 3 de fevereiro de 2019

PRIMEIRA TURMA DO ANTIGO GINÁSIO DE SEABRA (nostalgia 1)

(Foto reproduzida do Facebook)

Me bateu uma saudade dos diabos, deve ser saudade da nossa própria juventude. Deve ser um mal habitual dos velhos.

Por Jadson Oliveira – jornalista/blogueiro – editor do Blog Evidentemente

Depois de alguma controvérsia no Facebook (não gravei o nome de quem publicou no Face um bocado de fotos de coisas antigas de Seabra, “capital” da bela Chapada, interior da Bahia, inclusive a acima), vai em seguida a identificação de todos os que concluíram o ginásio, 10 homens e 10 mulheres.

É a primeira turma de ginasianos no antigo Ginásio Municipal de Seabra, quatro anos, de 1958 a 1961. É, portanto, uma foto histórica, importante especialmente para nós, protagonistas da história, como também se se quiser algum testemunho da história da educação no município.

Há uns 15 anos, mais ou menos, mandei copiar esta foto e distribuí para os 20 (no caso dos já mortos, devo ter enviado para familiares). Me lembro que foi uma iniciativa para agradar minha mãe, dona Nenen (então ainda viva, claro).

Lá vão os nomes, da esquerda para direita:

Sentadas: Zenilda (de Palmeiras), Ieda Lobo, Zélia Novais, Maria de Lourdes Santos (falecida); Ione Oliveira (minha prima carnal pelo lado de meu pai. É, por sinal, uma das organizadoras dum encontro festivo dos Oliveira dos Fabrício, no próximo sábado, dia 9, em Seabra); Eleuzina Pondé (Lêo, deve ter Paiva de Zenildo); Maria de Lourdes Teixeira (Mariazinha, minha prima carnal pelo lado de minha mãe, falecida precocemente); Vanda (parece que não apareceu mais em Seabra, falo dela mais adiante); Nilda (dos lados de Várzea do Caldas, mora há muito tempo em São Paulo); e Marilane (bonitona, me lembro que se casou, logo depois do ginásio, com Florentino, então prefeito ou ex-prefeito de Ibitiara).

De pé: José Cândido (o “Candjão”, como o chamávamos, alto, família pobre, estudou com muito sacrifício e ajuda de pessoas boas); Osmar Lobo (o mais velho da turma, figura muito conhecida na cidade, músico, da grande família Lobo, já falecido); Stimison (meu irmão um pouco mais velho, hoje muito doente); Manoelito (grande figura, sob vários aspectos, já falecido).

Um parêntese: este aí, mais ou menos no centro, é doutor Osvaldo Teixeira, médico, ex-deputado, figura das mais importantes e conhecidas na região, hoje deve estar pelos 90 anos de idade. Está aí porque era diretor do ginásio, na verdade uma espécie de diretor honorário.

Continuando: Nelson Xavier (falarei dele um dia desses); Nivaldo Lobo (depois de certo tempo passou a ser mais conhecido como Lobão, já falecido. Note que é o terceiro Lobo aqui citado, todos irmãos: Nivaldo, Ieda e Osmar, três da grande prole de “seo” Oscar Lobo e dona Zuzinha); Jadson, o mais novo e mais baixo da turma, este repórter que vos fala; Dilson (é uma pessoa um tanto quanto sumida de nossas vistas, pelo que se sabe, vagamente, vive em São Paulo. Forma outro grupo de três irmãos aqui relacionados, com Vanda e Manoelito, todos filhos de Manoel Leite, antigo chefe político de Seabra, e dona Sinésia. Manoel Leite é pai também do ex-prefeito Dálvio Leite).

E mais: Robério Queiroz, o querido Nego Robério, da numerosa e destacada família de Franklin Queiroz e “sea” Donana (ou dona Donana), “personagem” que já figurou em algumas de minhas crônicas, às vezes alinhadas como “memória e ficção”. (Falecido recentemente em Brasília). E, por último, Nildenor Ourives, do Velame, um dos colegas mais bem sucedidos na vida, desde o tempo das “vacas magras” quando um grupo de tabaréus chegou na capital. Ele disputava comigo as melhores notas durante nossos quatro anos de ginásio, mas, para ser 100% honesto, ele sempre ficava em primeiro lugar. (Também já falecido).

Me bateu uma saudade dos diabos, deve ser saudade da nossa própria juventude. Deve ser um mal habitual dos velhos. Penso em escrever umas crônicas falando desse pessoal aí, lembrando casos curiosos, recordando também professores e professoras queridos/queridas. Vamos ver.

5 comentários:

paolo disse...

Companheiro Jadson, o Diabo Louro da Chapada e sentinela de quartel em plen0 golpe de 64,
este mergulho no passado testemunha sua sensibilidade, reconhecida por todos que tem ou tiveram a ventura de lhe conhecer...
Quero saber mais do povo de sua terra e de seus contemporâneos. Aguardarei ansioso

Paolo

jadson oliveira disse...

Comentário recebido via email:

Ereni Bispo Araujo (Cota, Cotinha, Maricotinha)

11 de fev às 15:12

Amei a foto, nostalgia pura.
Como foi a festa dos Oliveiras?

yanmaneee disse...

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