sábado, 17 de outubro de 2015

PESQUISAS NOS EUA DEMONSTRAM OPOSIÇÃO CRESCENTE AO BLOQUEIO A CUBA

(Foto: Prensa Latina)
Tal oposição já é majoritária entre as pessoas de origem cubana residentes nos EUA e atinge os mais variados grupos estadunidenses, situação que praticamente encurrala os ultraconservadores.

Da agência de notícias Prensa Latina, de 15/10/2015

Havana - Importantes órgãos de pesquisa dos Estados Unidos mostraram nos últimos meses que cresce a rejeição da população e setores sociais desse país à manutenção do bloqueio a Cuba.

Essa oposição, além de ser já majoritária entre as pessoas de origem cubana residentes nos EUA, atinge os mais variados grupos estadunidenses em uma expressão que praticamente encurrala os ultraconservadores que defendem continuar com a medida punitiva.

Importantes entidades, entre elas a firma Bendixen, a Public Policy Polling, a Universidade Internacional da Flórida, a empresa Hearst Corporation, o Pew Research Center e a empresa Associated Gik confirmaram o assinalado anteriormente.

Indicaram que votantes de diferentes partidos apoiam a eliminação das barreiras contra Cuba e a autorização a todos norte-americanos para que possam viajar a Cuba.

Igualmente confirmaram em seus estudos que a maioria dos chamados cubano-estadunidenses se pronunciaram contra a manutenção do bloqueio que já superou meio século de vigência.

No dia 12 de outubro de 2014, o New York Times publicou um editorial no qual explicava que eliminar o bloqueio e aumentar os mecanismos de intercâmbios culturais representava um benefício para os dois povos.

Em 23 de outubro de 2014, o reverendo Jesse Jackson escreveu um artigo no Flórida Center contra o bloqueio e destacou o trabalho de Cuba contra o ebola e a cooperação que os Estados Unidos poderia estabelecer com a ilha nesse campo.

A Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos, o arcebispo de Miami Thomas Werski, o presidente do Conselho Nacional de Comércio Exterior, Bill Reinsch, e o presidente do American Farm Bureau Federation, Bob Stailman, entre outros, apoiaram a restauração de relações com Cuba.

Em 18 de dezembro de 2014, o ex-secretário de Estado Colin Powell declarou que era hora de passar a página no que se refere às relações entre Cuba e Estados Unidos.

Todas estas opiniões coincidem com o resultado das pesquisas mencionadas, que refletiram o verdadeiro sentimento do povo estadunidense.

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