domingo, 16 de agosto de 2015

RAFAEL CORREA: "CLAUDICAR DIANTE DESTA GENTE (PROTESTOS VIOLENTOS) SERIA ATRASAR O PAÍS POR SÉCULOS"


El enlace presidencial 437 se realizó en el cantón Pimampiro, provincia de Imbabura. Allí el Mandatario se refirió a la jornada de protesta del pasado jueves. Foto: Cortesía / Presidencia de la República
O 'Enlace presidencial' no. 437 (programa semanal do presidente) se realizou no cantão Pimampiro, província (estado) de Imbabura, onde Rafael Correa se referiu à jornada de protestos da última quinta-feira (dia 13) (Foto: Cortesia/Presidência da República)
Em seu programa semanal no rádio e TV 'Enlace presidencial' deste último sábado, o presidente conclamou mais uma vez a cidadania a rechaçar os "violentos". 
O presidente ironizou expressões de políticos da direita que participaram dos protestos, somando-se aos manifestantes, como o caso do líder do movimento Criando Oportunidades (CREO), o ex-banqueiro Guillermo Lasso, que em Guaiaquil afirmou que apoiava a marcha dos indígenas, quando uma das reivindicações deste setor é a nacionalização dos bancos.
Reproduzido do jornal equatoriano El Telégrafo (empresa pública do governo federal), edição digital de hoje, dia 16
Os violentos serão punidos com todo o rigor da lei. Desta forma o presidente da República, Rafael Correa, se referiu ontem no enlace sabatino 437 aos atos de vandalismo que ocorreram na última quinta-feira (dia 13), durante manifestações e paralisação organizadas pela Confederação das Nacionalidades Indígenas do Equador (Conaie) e pela Frente Unitária dos Trabalhadores (FUT), com a participação de políticos da oposição e dirigentes identificados com o desaparecido MPD (partido Movimento Popular Democrático).
Se bem que durante a manhã e parte da tarde a jornada da quinta-feira se desenvolveu com relativa normalidade no país, a partir das 18 horas houve atos violentos de grupos que participaram dos protestos que investiram contra policiais que controlavam os arredores da Praça Grande, em Quito. Houve inclusive em outros locais destruição de bens públicos na capital, conforme imagens divulgadas.
Em menor medida também em Guaiaquil (cidade litorânea a mais populosa do país) se produziram alguns fatos violentos, quando grupos que marcharam junto com a FUT tentaram romper o cerco policial no malecón Simón Bolívar para chegar até a sede do governo de Guayas (estado). Houve queima de árvores e lançaram objetos contra os policiais. Outros desmandos também foram registrados em Azuay e Loja, assim como o bloqueio de estradas em vários pontos da Sierra. No dia seguinte as atividades se repetiram. 
Sobre tais ocorrências, o presidente questionou vários atores políticos, como Víctor Hugo Erazo, lembrando que nos protestos em que foram agredidos policiais ele publicou em sua página do Facebook: “Vamos atirar pedras, queimar árvores, tomar Carondelet (palácio do governo), expulsar o tirano...”.
Por isso o chefe de Estado reiterou à cidadania que o governo garante a paz e a ordem. “Tivemos (na quinta) mais de 80 policiais feridos, esta gente é muito violenta, nunca os vi tão violentos, esta gente queria um morto (...), fracassaram totalmente”, afirmou.

Continua em espanhol:

“Como si eso fuera poco, fíjense la locura de esta gente: haciendo decretos, no solo que explícitamente dicen que van a sacar al Presidente, sino que además se creen Gobierno; es algo sicológico, tienen que ir a un tratamiento especializado, qué se creen”, cuestionó.
Criticó por ejemplo lo aseverado por el presidente de la Conaie, Jorge Herrera, quien el jueves (quinta-feira) ordenaba a la Asamblea Nacional el retiro de las enmiendas, y del dirigente de la Ecuarunari, Carlos Pérez Guartambel, que había aseverado que el Presidente, por dignidad, debía renunciar. “Por dignidad, hoy más que nunca debemos continuar con nuestra revolución”, respondió el Presidente de la República.
Y continuó con que estos grupos han fracasado, pero advirtió que estas manifestaciones continuarán, por lo que instó a la ciudadanía a rechazar estos actos, pues sostuvo que “claudicar ante este tipo de gente sería retrasar siglos este país, no hay derecho para eso, hoy con más ánimo que nunca esta revolución no la para nada ni nadie (não a para nada nem ninguém)”.
El Jefe de Estado recalcó también cómo algunos medios de comunicación dieron una amplia cobertura a la marcha indígena que partió el 2 de agosto desde Zamora Chinchipe, aunque aclaró que más que una caminata se trató de una caravana motorizada, porque los manifestantes viajaban en vehículos y solamente caminaban cuando ingresaban a las ciudades.
En el enlace también ironizó expresiones de políticos de derecha que participaron en la jornada, sumándose a los manifestantes, como el caso del líder del movimiento Creando Oportunidades (CREO), el exbanquero Guillermo Lasso, que en Guayaquil afirmó que apoyaba la marcha de los indígenas, cuando una de las demandas de este sector es la nacionalización de los bancos.
Mencionó también al empresario bananero y excandidato presidencial Álvaro Noboa, quien ese día salió a protestar en supuesto apoyo a los indígenas y trabajadores, cuando otra de las exigencias de los manifestantes es que se eliminen las negociaciones comerciales entre Ecuador y la Unión Europea. 
“Falta coherencia con el discurso y lo que se hace, estos son claros ejemplos de desestabilización de la oposición”, aseveró. El Mandatario manifestó que el verdadero ecuatoriano es el que está junto al Gobierno Nacional, que pese a las protestas tiene cerca del 70% de apoyo popular. Por ello, agregó “mantendremos el rumbo de nuestra revolución”.

Tradução (parcial): Jadson Oliveira

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