terça-feira, 7 de abril de 2015

CAI A MÁSCARA DA MÍDIA CORRUPTA: RBS É SUSPEITA DE PAGAR 15 MILHÕES PARA SE LIVRAR DE DÍVIDA DE 150 MILHÕES

De pedra a vidraça: RBS (afiliada da Rede Globo na região Sul) é investigada por esquema milionário de fraude

Texto e ilustração reproduzidos do blog Viomundo - o que você não vê na mídia, postagem de 06/04/2015
Eis que quem era pedra virou vidraça: a RBS e mais um punhado de grandes empresas estão diretamente envolvidas em um grande escândalo de corrupção.
A RBS, um dos principais grupos de mídia do país e afiliada da Rede Globo na Região Sul, é um dos alvos da Operação Zelotes, da Polícia Federal, que apura desvios de R$ 19 bilhões em impostos.
Segundo reportagem publicada neste sábado (28/03) no jornal Estado de S. Paulo, o grupo, presidido por Eduardo Sirotsky, pagou R$ 15 milhões para obter um benefício fiscal de R$ 150 milhões – ou seja, uma relação de um para dez.
Ao todo, os débitos fiscais da RBS somariam R$ 672 milhões. A empresa, no entanto, afirmou não haver “qualquer irregularidade” em suas relações com a Receita Federal.
Em sua página na internet, o grupo RBS foi evasivo e diz seguir “os mais elevados padrões de governança corporativa”, seja lá o que isso de fato signifique.
Óbvio que esta notícia não estará com nenhum destaque na capa da ZH dominical e também não veremos nas páginas do jornal uma foto com a família Sirotsky, estampada com letras garrafais “Corruptos”, se é que estará em algum lugar do jornal ou em qualquer outro das dezenas de veículos ligados a família.
Assim como seguramente a imprensa nacional, nos próximos dias, deverá discretamente retirar o já pouco destaque que a Operação Zelotes tem ganhado.
Como o escândalo envolve grandes empresas (em geral grandes anunciantes), parceiros de Instituto Millenium​, e além disso não há nenhum agente político com algum grau de relação com o governo federal ou o partido dos trabalhadores, o “interesse público” não é afetado.
PS do Viomundo: Sem falar na mídia corrupta que sonega na compra dos direitos da Copa do Mundo usando empresa laranja em refúgio fiscal (Organizações Globo) ou mantém contas secretas no HSBC (viúva de Roberto Marinho e sócio-proprietário do Grupo Folha).

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