quinta-feira, 2 de outubro de 2014

EQUADOR: NOVO ALERTA CONTRA A "RESTAURAÇÃO CONSERVADORA" NA AMÉRICA LATINA


Presidente Correa, de Ecuador
Presidente equatoriano Rafael Correa (Foto: Aporrea)

Em ato público para lembrar a tentativa de golpe de Estado em 30 de setembro de 2010 e manifestar apoio aos governos da Venezuela e Argentina, Rafael Correa renova seu alerta: "A direita superou seu aturdimento (na América Latina), tem estratégia de poder, estão articulados nacional e internacionalmente no que temos chamado a restauração conservadora".

Por Agências - reproduzido do portal venezuelano Aporrea.org, de 01/10/2014
 

Quito - O presidente do Equador, Rafael Correa, alertou sobre planos desestabilizadores na América Latina, durante ato para lembrar a tentativa de golpe de Estado que houve na nação equatoriana em 30 de setembro de 2010.

"A direita superou seu aturdimento, tem estratégia de poder, estão articulados nacional e internacionalmente no que temos chamado a restauração conservadora", disse o mandatário num ato de massas celebrado perto da sede do governo em Quito.

Correa convocou à unidade das forças de esquerda para enfrentar as táticas sofisticadas da direita para levantar as ruas, desconhecer as autoridades e tentar desestabilizar governos progressistas que não se submetem aos ditames dos Estados Unidos.

O presidente equatoriano lembrou junto a milhares de simpatizantes que lotaram a praça São Francisco no quarto aniversário da intentona que deixou um saldo de 10 mortos, e o sequestro do presidente Correa, libertado depois por seu povo e forças militares.

"Aqui estamos para dizer ao Equador e ao mundo: Outro 30 de Setembro nunca mais!", exclamou Correa.

A justiça equatoriana declarou culpadas 60 pessoas por delitos vinculados aos episódios de 30 de setembro de 2010, incluídos seis policiais condenados por tentar assassinar o presidente, enquanto a promotoria prepara um processo por tentativa de golpe de Estado.

Declaração de apoio à Venezuela e Argentina (continua em espanhol - com traduções pontuais)

Además de sus seguidores, Correa estuvo acompañado de dirigentes de organizaciones de izquierda de una veintena de países que fueron convocados en Quito para hablar sobre los planes de la derecha para recobrar el poder en América Latina, tras (após) una década de triunfos electorales de la izquierda, que encabeza gobiernos críticos de Estados Unidos como los de Argentina, Bolivia, Ecuador y Venezuela.

"Ese momento histórico ya terminó. Hoy esas fuerzas de derecha están recuperadas, están articuladas, nacional e internacionalmente, con estrategias de poder y por supuesto (e com certeza) con la descarada complicidad de la prensa nacional e internacional y de los países hegemónicos de siempre", dijo el presidente.

Correa agregó que Estados Unidos ofreció apoyo a esos grupos opositores a través de un programa de financiación de líderes recientemente anunciado por su homólogo Barack Obama.

Los dirigentes reunidos en Quito leyeron un manifiesto en el que rechazaron el boicot al gobierno de Venezuela, la intimidación de los fondos especulativos contra Argentina, y se sumaron a la voz de alerta ante los planes de la derecha para recobrar espacio en América Latina.

La declaración fue leída por el expresidente hondureño Manuel Zelaya (derrocado en 2009); Ana Elisa Osorio, representante del Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV); Mónica Valente, del Partido de los Trabajadores de Brasil; y Alejandro Rusconi, del movimiento Evita de Argentina.

La conmemoración del 30 de septiembre se inició con un homenaje a un militar y un policía caídos durante el operativo de rescate de Correa. Las autoridades develaron placas en su memoria.

Esto es para que "esa nueva generación recuerde lo que sucedió en realidad el 30 de setiembre, en el momento en que quisieron desestabilizar a un gobierno, y que quisieron dar un golpe de Estado", dijo Olga Fernández, madre (mãe) de Juan Pablo Bolaños, uno de los uniformados muertos (um dos militares mortos).

Tradução (parcial): Jadson Oliveira

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