domingo, 3 de agosto de 2014

SOS GAZA: MARCHAS PELA PALESTINA EM VÁRIAS CIDADES DA VENEZUELA

Desde Mérida marcharon por palestina

Em Mérida marcharam pela Palestina

Foto: Tatuy Tv

Diosdado CABELLO SE PRONUNCIÓ SOBRE PALESTINA EN aNZOATEGUI

Diosdado CABELLO SE PRONUNCIOU SOBRE A PALESTINA EM ANZOÁTEGUI

Foto: Fidel Ernesto Vásquez

Aragua presente por PALESTINA

Aragua presente pela PALESTINA

Foto: AVN, TatuyTV, Correo del Orinoco

Mérida marchó por PALESTINA

Mérida marchou pela PALESTINA

Foto: Tatuy Tv

Yaracuy solidaria con PALESTINA

Yaracuy solidária com a PALESTINA

Foto: OAC-HPNJ

Por todo o país, milhares de venezuelanas e venezuelanos marcharam em apoio ao povo da Palestina e mostrando um repúdio contundente às ações que o governo de Israel tem perpetrado contra os moradores da Faixa de Gaza, o que já resultou em aproximadamente 1.500 pessoas assassinadas, entre elas centenas de crianças. Caracas, Barcelona, San Felipe, Barquisimeto, Mérida e Maturín são algumas das cidades onde milhares protestaram neste sábado, dia 2.

Centenas de pessoas fizeram uma manifestação no bulevar 5 de Julho de Barcelona, no estado de Anzoátegui, onde o primeiro vice-presidente do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), Diosdado Cabello (é também presidente da Assembleia Nacional), conclamou os povos do mundo a levantar sua voz com concentrações, mobilizações e protestos para rechaçar o massacre do povo palestino em Gaza por parte do Estado de Israel.

Cabello encabeçou, junto com o governador do estado, Aristóbulo Istúriz, a concentração do povo revolucionário em repúdio à operação militar que Israel vem realizando desde 8 de julho na Faixa de Gaza. “Os povos do mundo têm que se levantar para se fazer escutar sobre o que está ocorrendo na Palestina e demonstrá-lo com mobilizações, protestos e ajudas ao povo palestino”, ressaltou Cabello.

Ele exortou as grandes potências mundiais a pressionar Israel para que cesse os ataques que se iniciaram quando foram encontrados os cadáveres de três jovens israelenses desaparecidos na Cisjordânia, cujas mortes foram atribuídas ao movimento palestino Hamas, acusação que não foi comprovada.

“Que tristeza nos causam os líderes do mundo que metem a língua no bolso e não são capazes de dizer a Israel que detenha a matança. Que tristeza o prêmio Nobel da Paz (Barack Obama). Ele sabe que um só telefonema seu faz com que Israel deixe de assassinar crianças na Palestina, mas isso não lhes importa, é o exercício da guerra”, protestou.



Continua em espanhol:
 

Cabello criticó el silencio de la derecha venezolana y sus medios de comunicación sobre la masacre. Se mantienen “calladitos, en silencio, cómplices de asesinatos y de extermino”, dijo. Apuntó que los oposicionistas “son guerreristas y jamás van a levantar su voz para que impere la paz, es por ello (é por isso) que el pueblo revolucionario tiene que estar unido, porque lo más importante es la paz”.

Dijo que el imperialismo actúa a través de lacayos, como es el caso de los acreedores de los fondos buitre en (dos credores dos fundos abutres na) Argentina, los impulsores del golpe de Estado en Venezuela y el brazo armado de Israel para invadir Palestina. “En Israel huele a azufre (cheira a enxofre), ahí está el demonio, está el imperialismo sembrado (plantado) para acabar con los pueblos del mundo”, aseveró.

Destacó el legado del comandante Hugo Chávez, siempre solidario con las causas de los pueblos oprimidos del mundo. “Su llegada a la vida política del país logró que el pueblo como un todo comenzara a solidarizarse con la lucha justa de países del mundo”, sostuvo. “Que nadie se rinda (Que ninguém se renda) y seguro estamos que la paz se va a imponer, que los pueblos van a comenzar a levantarse y ojalá que las grandes potencias entiendan y presionen a Israel para que cese el genocidio del pueblo palestino”, enfatizó.

Por su parte, Aristóbulo Istúriz ratificó el espíritu pacífico y de solidaridad del pueblo de Anzóategui y la fortaleza (e a força) que tiene para manifestarse en contra del brazo criminal (criminoso) del imperio que representa Israel. “El pueblo palestino tiene que sentir que no esté sólo, que el mundo está con él y desde aquí le decimos que resista, que aguante”, agregó. 


Tradução (parcial): Jadson Oliveira

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