terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

MADURO DENUNCIA QUE ULTRA-DIREITA PLANEJOU MATAR LEOPOLDO LÓPEZ

Leopoldo López (de camiseta branca, com a bandeira venezuelana nas mãos) se entrega à Guarda Nacional Bolivariana (Foto: Aporrea)

Concentración en Miraflores de los petroleros y en apoyo a Maduro
Concentração dos petroleiros diante do Palácio Miraflores em apoio a Maduro (Foto: AVN/Aporrea)
"Nós terminamos protegendo a vida de Leopoldo López, e eu sei que seu pai e sua mãe, ainda que estejam contra nós, em seu coração sabem que nós salvamos a vida do seu filho. Que o saibam a Venezuela e o mundo", disse o presidente Maduro.
 
Por Agência Venezuelana de Notícias (AVN) - reproduzido do portal Aporrea.org, de 18/02/2014

De Caracas - O presidente da República, Nicolás Maduro, denunciou nesta terça-feira que grupos da ultra-direita venezuelana, financiada desde Miami, planejou atentar contra a vida do direitista Leopoldo López, com o objetivo de gerar uma guerra civil no país.

"A nós nos chegou informação de que a direita, a mais ultra-direita de Miami e da Venezuela, ante a situação da ordem de prisão emitida contra Leopoldo López, mobilizou uns grupos para procurá-lo e matá-lo, e criar uma crise política, e levar-nos a uma guerra civil na Venezuela", reiterou o chefe de Estado desde o Palácio de Miraflores, em Caracas.

Estas ações, explicou Maduro, foram planejadas para "jogar a culpa no governo" e esclareceu que diante desta situação, o presidente da Assembleia Nacional, deputado Diosdado Cabello, realizou uma chamada telefônica à família de López para alertá-los sobre a situação. Em seguida, Cabello foi até o lugar onde reside a família e manteve uma conversa com eles.

Estas medidas foram tomadas pelo Estado venezuelano, devido a que entre seus postulados prevalece o humanismo, afirmou Maduro. "Nós não somos fascistas, nós não odiamos ninguém, nós queremos a paz. Queremos a paz para todos" , disse em seu discurso aos trabalhadores de Petróleos de Venezuela (Pdvsa - a estatal do petróleo) que marcharam nesta terça em Caracas em apoio à paz e à democracia.

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Respecto a los hechos violentos que desde el pasado 12 de febrero grupos de choque han generado en el país, Maduro lamentó su conducta peligrosa llena de odio. "Ellos nos temen y nos odian a la vez, y son capaces de todo y además hay mucho dinero de por medio", advirtió el jefe de Estado.

Además, Maduro condenó la grabación que el pasado lunes (segunda-feira) salió a la luz pública, y que muestra cómo la derecha venezolano logró "la creación de un pote de 120 mil millones de bolívares, para tumbar al gobierno de Maduro, pagar sicarios, pagar motorizados infiltrados, y que estos asesinaran a gente en la calle".

Ante esta situación, el Gobierno Bolivariano conversó con Leopoldo López, activista de ultraderecha vinculado con las acciones violentas registradas en el país, quien se entregó a la justicia en paz.

"En este momento (3:37 minutos de la tarde), están trasladando a una cárcel fuera de Caracas a Leopoldo López, para que responda ante la justicia venezolana", expresó el Mandatario.

"Nosotros terminamos cuidando la vida de Leopoldo López, y yo sé que su padre y su madre, así estén en contra de nosotros, en su corazón saben que nosotros salvamos la vida de su hijo. Que lo sepa Venezuela y el mundo", agregó el Presidente.

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