terça-feira, 8 de outubro de 2013

MARINA E O CHAVISMO

O povo pobre venezuelano na morte de seu líder
Por Paulo Nogueira, no Diário do Centro do Mundo (DCM), de 07/10/2013 (sugerido por Geraldo Guedes)

Que Marina quis, exatamente, dizer com “chavismo”?

Bem, coisa boa não foi. Chávez foi usado por ela mais ou menos como Zé Dirceu por Serra num debate com Haddad na disputa pela prefeitura de São Paulo.

“Você é amigo do Dirceu, não é?”, perguntou Serra, uma, duas vezes. Ele parecia achar que o eleitor de São Paulo é um fundamentalista cujo Corão é a Veja. Deu no que deu a estratégia de Serra para derrubar Haddad à base de uma amizade.

Marina demonizar Hugo Chávez é algo que diminui não a ele, que já entrou na história como um homem que não se conformou em ver seu país ser tratado como quintal pelos Estados Unidos e mudou isso com coragem, abnegação, sacrifícios e colossal integridade.

Diminui a ela, porque mostra – se não oportunismo baixo, como foi o caso de Serra – falta de compreensão histórica.

Para ler todo o artigo e ver o documentário que mostra o que é o chavismo: "A revolução não será televisionada".

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