terça-feira, 2 de julho de 2013

CUBA ATIVA 124 COOPERATIVAS NÃO AGROPECUÁRIAS COMO PARTE DE REFORMAS



Trabalharam de maneira experimental até se consolidarem e logo em seguida o Parlamento aprovou uma lei para instituí-las

Da AFP – nota reproduzida do jornal mexicano La Jornada, de 01/07/2013

Havana - As primeiras 124 cooperativas não agropecuárias iniciaram suas atividades nesta segunda-feira, dia 1º., em Cuba, como parte das reformas empreendidas pelo governo de Raúl Castro, que busca liberar o Estado de atividades menores, nas quais foi ineficiente durante cinco décadas.

“Com esta medida estamos apostando em administrar, de forma cooperativa, atividades que de forma estatal não foram eficientes”, disse Grisel Tristá, uma das responsáveis da comissão governamental para aplicação das reformas, citada pelo diário oficial Granma.

Acrescentou que “isso permite ao Estado ir-se desprendendo de assuntos que não são fundamentais no desenvolvimento da economia”.

(Continua em espanhol, com algumas traduções pontuais):

Esas 124 cooperativas, y otras 71 aprobadas por el Consejo de Ministros el pasado viernes (sexta-feira), trabajaran de manera experimental, hasta que la experiencia se considere consolidada y el Parlamento apruebe una ley para extenderla.

De las 124, 112 surgen del sector estatal, y 12 del no estatal constituidas fundamentalmente entre trabajadores privados.
Del total, 99 corresponden a mercados agropecuarios radicados en La Habana, y las provincias limítrofes Artemisa y Mayabeque; dos son (duas são) de reciclaje y recuperación de materias primas y 12 están relacionadas con actividades de la construcción; algunas se dedicarán a tareas auxiliares al transporte, detalló la funcionaria.

El gobierno apuesta más por las cooperativas que por el trabajo privado, al que se dedican más de 400 mil personas en diferentes oficios, y que el gobierno favorece con menores impuestos.

Las cooperativas “están llamadas a ocupar un lugar importante en la economía del país, aunque el papel principal lo continuará teniendo la empresa estatal socialista”.

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